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Recentemente publicado no Publizitat um post narrando a problemática  Lúcio Flávio Pinto e os irmãos Maiorana, reproduzo agora um e-mail da Professora Conceição ( Coordenadora do grupo Publizitat), divulgando um abaixo assinado em solidariedade ao jornalista.

Peço, que todos que tiverem blogs, ou que puderem espalhar este abaixo assinado de alguma forma pela rede o façam, não podemos permitir que orgãos de imprensa legitimos sejam exterminados por conglomerados da midia do espetáculo.

Segue o e-mail:

Caros todos,

estou enviando uma nota de desagravo e solidariedade a uma das vozes mais
lúcidas da Amazônia, o jornalista Lucio Flavio Pinto. É por acreditar que
apenas uma esfera pública realmente democrática pode mudar o triste destino a
que a Amazônia parece condenada, sempre a mercê dos interesses de
poderosos pouco ou nada comprometidos com a região, é que envio este email.

Leiam e, se concordarem, peço que enviem um email para adm.aalfp@gmail.com
com suas assinaturas
OU
entrem direto no blog
http://solidariedadelucioflaviopinto.blogspot.com/
e deixem um comentário com o nome, RG e profissão de vcs:

Obrigada, forte abraço,
Conceição
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ABAIXO-ASSINADO EM APOIO
AO JORNALISTA PARAENSE LÚCIO FLÁVIO PINTO

OBJETO
O repórter e editor do Jornal Pessoal, de Belém do Pará, Lúcio Flávio Pinto, foi
condenado pelo juiz Raimundo das Chagas Filho, da 4ª Vara Cível da capital, a
pagar uma indenização de R$ 30 mil aos irmãos Romulo Maiorana Júnior e Ronaldo
Maiorana, proprietários das Organizações Romulo Maiorana, uma das empresas de
comunicação mais influentes da Região Norte, cuja emisssora de TV é afiliada à
Rede Globo. A sentença, expedida no último dia 6 de junho de 2009, refere-se a
uma das quatro ações indenizatórias movidas pelos irmãos contra o jornalista
que, em 2005, publicou artigo em um livro organizado pelo jornalista italiano
Maurizio Chierici, depois reproduzido no Jornal Pessoal, no qual abordava as
atividades de contrabandista do fundador das ORM, Romulo Maiorana, nos anos de
1950, o qu e teria motivado a ação, pois os irmãos consideraram ofensivo o
tratamento dispensado à memória do pai. Além da indenização por supostos danos
morais, o juiz ainda obriga o jornalista a não mais referir-se aos irmãos em
seus próximos artigos.

Lúcio Flávio Pinto, de 59 anos, em quatro décadas de jornalismo é um dos
profissionais mais respeitados no Brasil e no exterior. Seu Jornal Pessoal
resiste, de forma alternativa, há 22 anos, sem aceitar patrocínio ou anúncios,
garantindo a independência de seu editor frente aos temas públicos do Pará,
sobretudo na seara política. Por sua atuação intransigente frente aos desmandos
políticos, às injustiças sociais e ao desrespeito aos direitos humanos, recebeu
prêmios internacionais importantes: em 1997, em Roma, o prêmio Colombe d’oro
per La Pace; e em 2005, em Nova Iorque, o prêmio anual do CPJ (Comittee for
Jornalists Protection). Além disso, é premiado com vários Esso. É também autor
d e 14 livros, tendo como tema central a AmazÃ?nia, sendo os mais recentes
“Contra o Poder”, “Memória do Cotidiano” e “AmazÃ?nia Sangrada (de FHC a
Lula)”.
Esse fato demonstra o que significa fazer jornalismo de verdade na capital do
Pará: uma condenação.

Por isso, nós, abaixo-assinados, solidarizamo-nos com Lúcio Flávio Pinto,
pedindo a revisão de sua condenação em nome da democracia e da liberdade de
pensamento.

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Partindo da pergunta acima escrevi este artigo:

É do conhecimento de todos que, basicamente, a função da publicidade e propaganda é divulgar com o intuito de vender. Mas, isoladamente, publicidade e propaganda tem origens e características distintas. No caso, a publicidade de produtos e serviços deve levar à compra, e a propaganda que pode ser também de uma ideia ou crença deve levar à adesão, ou seja, levar a uma mudança de comportamento e pensamento, como exemplos podemos citara a propaganda política e contra a dengue.

Vale ressaltar também que pode haver publicidade na propaganda, quando uma mudança de comportamento leva à compra, e deste mesmo modo, a propaganda na publicidade é quando se “fala” menos das características intrínsecas do produto/serviço e mais do status que a compra deste gera no consumidor. Nos dias de hoje, em meio a crises econômicas e desastres naturais provocadas principalmente por nós mesmos pessoas físicas e/ou jurídicas, tendo alguns maiores parcela de contribuição e outras pouquíssimas influências, o papel da publicidade e propaganda deve e já está começando a acompanhar esta realidade, pois é uma preocupação recente no mundo da comunicação. Um exemplo disso é a Feira e Seminário Unomarketing – comunicação consciente, que reúne diversos nomes atuantes do mercado com o propósito de levantar possibilidades sociais e ecologicamente responsáveis para o meio. Já existem empresas e agências que focam suas atividades na sustentabilidade, que é um conceito sistêmico relacionado com a continuidade dos aspectos, sociais, políticos, culturais e ambientais da sociedade humana.

Debatemos bastante sobre a transposição do rio São Francisco, a desertificação do solo, a contaminação das águas e seu desperdício, o aquecimento global, as políticas adotadas pelo MST e muito mais. Mas precisamente no contexto paulistano percebemos que os problemas são muitos, principalmente no âmbito das políticas dos nossos representantes e dos comportamentos meio ambientas das empresas. Como recebemos essas informações pela mídia, seja pela televisão ou internet, porque a publicidade e propaganda não pode também ser usada para desempenhar um papel complementar a esse diálogo?

Para isso, deverá superar suas ações tradicionais de venda de produtos e de criação de imagem de marca, com pouca ou nenhuma relação com as crenças da empresa, para assumir o papel mais estratégico de divulgação dos valores éticos de fato por instituições privadas ou públicas em seus relacionamentos. Trata-se de uma nova equação de comunicação, em que ambas atuam em conjunto para criar uma relação de confiança entre a empresa e os formadores de opinião, revelando continuamente as ações e a sinceridade de propósitos na geração de valor para a sociedade.

Tenham uma boa semana!

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Algumas das maiores marcas mundiais de alimentação, esportes e beleza estão a destruir a Amazônia. Tudo devido a quase inexistente fiscalização e impunidade que existe para os que exploram matérias-primas e fazem abates ilegais na floresta tropical, revelou ontem a organização ecologista Greenpeace, depois de três anos de uma investigação secreta à indústria pecuária brasileira.

Durante três anos, o Greenpeace seguiu o rastro da carne, couro e outros derivados da indústria pecuária saídos de donos de rebanhos que praticam desflorestamento ilegal no coração da Amazônia. Por ano, estima-se que 1,72 milhões de hectares de floresta Amazônica sejam abatidos pelo setor da pecuária, segundo números do Greenpeace. Segundo dados do Banco Mundial e do Governo brasileiro, 80% das terras desflorestadas na região da Amazônia estão ocupadas por rebanhos de gado.

O Greenpeace comparou dados de satélite com as licenças de abate de árvores e concluiu que mais de 90% do desflorestamento atual é feita de forma ilegal.

O caminho levou o Greenpeace até marcas como Adidas/Reebok, Timberland, Geox, Carrefour, Eurostar, Honda, Gucci, Ikea, Nike e Tesco, revelou o relatório “Slaughtering Amazon”.

“Ténis de corrida, refeições já prontas e malas podem ter uma pegada ecológica que inclui a devastação da Amazônia e que poderá estar ligada a casos de abuso dos direitos humanos”, comentou Pat Venditti, coordenador da campanha de Florestas da Greenpeace Internacional. Muitos destes produtos acabam por ser processados e vendidos na China, Estados Unidos, Itália e Reino Unido.

A organização denuncia um consumismo “cego” de matérias-primas. “As empresas devem assegurar-se que os seus fornecedores não fazem parte dessa indústria destruidora. Devem apoiar a proteção do clima ao renunciar à desflorestação”, acrescentou, em comunicado.

Fonte: Última Hora

Mais uma vez os fatos nos provam que nossas decisões de consumo têm um poder muito maior do que pensamos. Diga não às marcas que destroem nosso meio-ambiente. Não aceite produtos que devastam nosso país para enriquecer uma parcela ínfima da população.

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Charge 2:

 Pchargeara pensar…

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